segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

... lavado ....

Na incerteza de te ter ... chorei ...
Gravei-te na mente e não saíste ...
Gritei ao vento que te queria para mim ...
E o vento trouxe de volta a lembrança ...
Vejo essa imagem vezes sem conta e o que conta é o que ficou ...
lembrança perdida lavada por lágrimas ...
Ainda te quero mesmo depois de tudo ...
lavado ou não , manchado ou limpo ...
assim te adoro e venero em meus dias...
assim de mastigo no peito o que fora antes ...
e jogo fora a dor ....
purificaste-te de mim e em mim pecaste ....
Arrependimento ? Sei que não !
Firmemente , NÂO !
Assim te lembro todos os dias :
Lindo e claro , como a água que nos lava ...
Frio mas necessário ...

2 comentários:

  1. Que bela imagem...o poema é de tirar o fôlego...amei...bjus doces!!!

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